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Estudo ABB destaca impacto das interrupções nas operações industriais

Estudo ABB destaca impacto das interrupções nas operações industriais

Novo estudo da ABB revela que as interrupções não planeadas nos equipamentos industriais afetam 45% das operações das empresas e geram perdas de milhares de euros

A ABB apresenta um novo estudo sobre a modernização da indústria dos motores e variadores de velocidade na Europa. A análise, que abrangeu decisores da Alemanha, Espanha, Itália, Finlândia, França e Suécia, revela que 93% das empresas tem, na sua maioria, estratégias de modernização em vigor e 77% já realizou projetos de modernização de equipamentos nos últimos dois anos. Estes números refletem o compromisso com a melhoria da fiabilidade e do desempenho, sendo estes os principais fatores, segundo 43% dos inquiridos, que motivam as organizações a substituir ou atualizar os equipamentos.

Apesar deste progresso e da intenção de se adaptarem às exigências do mundo moderno, as empresas ainda enfrentam algumas dificuldades. De acordo com a pesquisa, 45% dos decisores afirma que as paragens não planeadas dos equipamentos afetam as suas operações, pelo menos, uma vez por mês, o que se traduz num custo médio de 145.233 dólares por hora. Este impacto financeiro é especialmente significativo, sobretudo quando o principal obstáculo à modernização apontado por 36% dos inquiridos foram as limitações orçamentais.

No que diz respeito à comunicação do retorno sobre o investimento (ROI) dos projetos, 61% das pessoas considerou fácil transmitir este valor aos seus líderes. Por outro lado, 12% dos inquiridos ainda tem dificuldades neste processo.

Relativamente à sustentabilidade, 99% das empresas tem metas de sustentabilidade definidas. No entanto, apenas 34% afirmou que o impacto ambiental é sempre considerado nas decisões de compra.

“Os resultados deste estudo demonstram que a Europa está num bom caminho no que diz respeito à modernização industrial. Contudo, é também importante ter em conta que ainda existe espaço para melhorias, quer a nível de desempenho, sustentabilidade e planeamento estratégico. Para garantir operações mais resilientes e eficientes, torna-se necessário que as empresas adotem uma abordagem que combine tecnologia com uma boa gestão do ciclo de vida útil dos equipamentos, e que vá ao encontro dos critérios ambientais definidos a nível europeu.” afirma Mário do Ó, Líder da ABB Motion em Portugal.

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