Empresa destaca o papel da deteção inteligente de ameaças, IoT SAFE e SGP.32 na proteção de ecossistemas cada vez mais conectados
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A Wireless Logic alerta que a combinação entre novas exigências regulatórias,standards avançados de identidade digital e o aumento das ciberameaças está a redefinir os requisitos de segurança para milhões de dispositivos IoT em todo o mundo. Num momento em que a IoT assume um papel cada vez mais crítico em setores como a indústria, energia, saúde, transportes, retalho ou pagamentos, a cibersegurança tornou-se um fator decisivo para garantir a continuidade operacional, a proteção dos dados e a confiança nas infraestruturas conectadas. Para responder a esta nova realidade, a Wireless Logic defende uma abordagem de segurança 360º baseada em três pilares: proteger, detetar e responder. Este modelo integra conectividade segura, redes privadas, autenticação robusta e gestão de identidade digital com monitorização contínua de dispositivos, redes e aplicações. A camada de deteção assume um papel crítico nesta arquitetura. Com recurso à análise contínua baseada em inteligência artificial, é possível identificar desvios de comportamento, como padrões de tráfego anómalos, perda inesperada de conectividade ou ligações de origem não reconhecida, permitindo uma resposta mais rápida e precisa a potenciais incidentes. A plataforma de Anomaly & Threat Detection (ATD), integrada no framework de segurança IoT, permite à Wireless Logic monitorizar continuamente milhões de sinais operacionais em dispositivos e redes, identificando precocemente anomalias e potenciais ameaças antes de estas impactarem operações críticas. “Estamos a assistir a uma mudança de paradigma. O desafio já não é ligar dispositivos, isso já foi resolvido em larga escala. O verdadeiro desafio é garantir identidade, confiança e comportamento verificável em tempo real em milhões de dispositivos distribuídos. Sem isso, não existe controlo real sobre o ecossistema IoT”, afirma Afonso Freitas, Business Development Principal Manager Iberia da Wireless Logic. Este cenário coincide com um reforço significativo da regulação europeia, incluindo o Cyber Resilience Act e normas como a EN 18031, que elevam o nível de exigência em torno de “security by design”, gestão contínua de risco e responsabilidade ao longo de toda a cadeia tecnológica. A evolução da segurança IoT está também a ser impulsionada por uma nova geração de standards de identidade e proteção de dispositivos. Entre os mais relevantes destaca-se oIoT SAFE, que utiliza o SIM como elemento seguro para autenticação e proteção de credenciais, reforçando a confiança nas comunicações entre dispositivos e plataformas cloud. Em paralelo, o standard SGP.32 simplifica a gestão remota de eSIM em escala global, permitindo maior flexibilidade operacional sem comprometer os níveis de segurança. Num contexto de aceleração da adoção de IoT e de pressão regulatória crescente, a empresa considera que a convergência entre identidade digital segura, conectividade resiliente, inteligência artificial e monitorização contínua será determinante para a próxima geração de ecossistemas IoT. |