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Serviços públicos mais eficientes, sustentáveis e próximos do cidadão.

Serviços públicos mais eficientes, sustentáveis e próximos do cidadão.

A Minsait realça a necessidade de acelerar a mudança na Administração Pública e destaca a necessidade de apostar em tecnologias como a automação, analítica avançada, Big Data, migração para a nuvem, novos serviços de contact center e cibersegurança para melhorar os serviços prestados

A Minsait destaca o valor da digitalização e da inclusão de tecnologias disruptivas na Administração Pública para alcançar serviços públicos mais eficientes, sustentáveis e próximos do cidadão.

Esta quinta-feira, 23 de junho, celebra-se o Dia das Nações Unidas para o Serviço Público, cujo objetivo é evidenciar o valor e a virtude do serviço público para a comunidade, destacar a sua contribuição para o processo de desenvolvimento social e reconhecer o trabalho realizado diariamente pelos seus profissionais. Este dia foi alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em 2016 e a implementação da Agenda 2030, para promover e recompensar a inovação e excelência nos serviços públicos que apoiam a implementação efetiva dos ODS, sob o princípio de não deixar ninguém para trás.

"Uma administração pública inovadora, ágil e eficiente é essencial para alcançar um verdadeiro Estado de Bem-estar e uma sociedade com a melhor qualidade de vida. Para o conseguir, é necessário evoluir através dos serviços, aplicando novas ideias e práticas de gestão, e aumentar os gastos em I&D em tecnologias que permitam gerar maior valor para os cidadãos", diz Joana Miranda, Diretora das Administrações Públicas da Minsait Portugal.

Para a empresa tecnológica, este Dia das Nações Unidas para o Serviço Público refere-se a um contexto em que a digitalização tem sido fundamental nos modelos operacionais, especialmente na última década, e onde a tecnologia continuará a ser o principal facilitador na melhoria de processos diretamente ligados ao serviço público, tais como a evolução integral de sistemas tecnológicos antigos e herdados (legacy); a necessidade de prestar um serviço de maior qualidade e mais próximo dos cidadãos; e a disponibilização de serviços TIC através da nuvem. É também importante para o sector público gerir dados que, nesta área, adquirem maior valor devido à sua relevância e criticidade, dando lugar a outros serviços inevitáveis como os relacionados com a cibersegurança.

Por todas estas razões, a Minsait propõe a adoção de tecnologias como a hiperautomação, que apoiem o processo de mudança dentro das administrações e promovam novos modelos de negócio mais eficientes, também para os funcionários públicos; ou a analítica avançada e enfoques Data Driven, com o objetivo de tirar o máximo partido dos dados e estabelecer estratégias ou modelos de serviço que envolvam uma maior personalização e proximidade com os cidadãos e utilizadores. Dentro desta estratégia, é também importante encorajar a migração de núcleos tecnológicos para a nuvem, pois esta ação será um fator determinante para otimizar o potencial disruptivo dos dados na Administração.

A generalização de aplicações móveis universais, ou a disponibilização de assistentes virtuais para ajudar a permitir serviços de Contact Center mais experienciais e inteligentes (modelo de Cognitive Experience Center da Minsait) são apenas algumas das propostas que a empresa lidera e que já alcançaram grandes progressos, não só na eficiência da Administração Pública, mas também pela adesão dos cidadãos e dos funcionários públicos.

Com mais de 20 anos de experiência na Administração Pública, mais de 700 projetos em 26 países e mais de 250.000 funcionários públicos em Espanha a trabalhar com as suas soluções, a Minsait tornou-se uma empresa de referência na digitalização de processos governamentais e na sua adaptação às novas necessidades exigidas pelos cidadãos e organismos oficiais. Entre outras referências, as soluções de governo eletrónico da Minsait permitem uma poupança de 70% nos custos de implementação e manutenção dos sistemas, bem como reduções de até 30% no tempo e papel utilizados no processamento de ficheiros, graças à aposta na transformação digital sustentável e inteligente da função pública.

"É assim que deve ser", diz Joana Miranda. "É importante voltar a colocar o cidadão no centro, tanto como objetivo das ações, como facilitador dessas mesmas ações. A transformação implica uma visão de 360º de todos os agentes que fazem parte do serviço público e modelos de desenvolvimento digital global que tenham em conta não só áreas como a produtividade, mas também a segurança do processo, a satisfação do serviço, a proximidade e a própria sustentabilidade".

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