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Receitas em serviços de BMS alcançarão oito mil milhões de dólares até 2021

Receitas em serviços de BMS alcançarão oito mil milhões de dólares até 2021

De acordo com a ABI Research, o crescimento do setor de sistemas de gestão de edifício dever-se-á maioritariamente à Europa Ocidental e Estados Unidos, com os setores do smart lighting e HVAC na liderança.

Apesar do mercado de smart building continuar a sofrer de um ecossistema fragmentado, devido à predominância de soluções de BMS proprietárias, a ABI Research prevê que as receitas globais em serviços de gestão de edifício no mercado de smart building irão crescer de 625 milhões para 8 mil milhões de dólares até 2021. A maior parte das receitas serão geradas pelos Estados Unidos e Europa Ocidental à medida que infraestruturas de grandes dimensões adoptam plataformas smart building baseadas na cloud ou integram BMS pré-existentes em plataformas smart-building.

A ABI Research é da opinião que a falta de iniciativa por parte dos prestadores de serviço incumbentes abre uma oportunidade a OEMs, integradores de sistema, empresas de segurança, companhias telefónicas, e fornecedores de plataformas para oferecerem serviços de BMS. Os dois maiores serviços serão smart lighting e HVAC, os quais são previstos serem responsáveis por, respectivamente, 32% e 49% das receitas em serviços de BMS em 2021.

“Plataformas IoT, tais como o Predix da GE, o Watson da IBM, e o HANA da ISS World, estão a gradualmente a ganhar terreno ao integrar múltiplos BMS para oferecer uma solução de gestão de edifício unificada.,” afirma Adarsh Krishnan, Senior Analyst da ABI Research. “No entanto, a maioria dos prestadores de serviços estão ainda na fase inicial de estudar soluções de smart building e encarar o dilema da produção própria versus colaboração com terceiros. ”

Apesar da América do Norte e Europa Ocidental liderarem a integração de serviços de BMS na IoT, a região Asia-Pacífico irá rapidamente crescer e ser responsável por um quarto das receitas globais de serviços de gestão de edifício em 2021, o equivalente a 2 mil milhões de dólares. Projetos smart city no Japão, Coreia do Sul, Singapura, Índia, e China lideram a adoção do smart building como elemento crítico do desenvolvimento urbano sustentável. O seu impacto irá ser amplificado pela integração destes serviços em outras aplicações de smart city, como parqueamento, transportes públicos, segurança, e gestão de resíduos.

“Plataformas de smart building são consideradas uma ferramenta valiosa para encarar aumento dos desafios de sustentabilidade e da exigência por parte do consumidor de serviços personalizados, custos reduzidos, e maior flexibilidade do local de trabalho,” conclui Krishnan. “Prestadores de serviços estão já a explorar oportunidades para além da eficiência energética, procurando otimizar a experiência do utilizador na sua íntegra em múltiplos serviços de gestão de edifício.”

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