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Signify e Cisco parceiros em projeto de smart lighting

Signify e Cisco parceiros em projeto de smart lighting

As empresas formaram uma parceria para implementar, nas instalações da Atea, empresa norueguesa de integração de sistemas, tecnologias de Smart Lighting com Power over Ethernet, incluindo controlo inteligente da iluminação, Visible Light Communications (VLC) para serviços de localização e Li-Fi para acesso à internet

As instalações da Atea, um edifício de três andares em Stavenger, vão servir de “living lab“ para as tecnologias de smart lighting Signify, permitindo à Atea demonstrar a tecnologia ao mesmo tempo que a usa, segundo um comunicado conjunto das três empresas. A Atea é parceiro tecnológico da Cisco – responsável pelo networking das instalações – e vai também entrar no programa de parceiros de valor acrescentado da Signify.

O edifício foi dotado de 500 luminárias Signify alimentadas com PoE (Power Over Ethernet) numa área de 3500 metros quadrados em todos os três andares e no andar subterrâneo. Os cabos de ethernet transportam energia de baixa voltagem que alimenta as lâmpadas LED e devolve dados recolhidos por sensores incluídos nas luminárias, tudo parte do esquema de smart lighting Interact Office da Signify, com routing feito por switches Cisco.

Presentemente, os sensores recolhem informação relativa à ocupação e nível de luminosidade. Sensores adicionais poderão eventualmente medir a temperatura e humidade. Os dados são enviados tanto para os sistemas da Signify como da Altea, e serão usados para uma variedade de propósitos, incluindo a monitorização do consumo energético e deteção de falhas. Também será usado para analisar o uso do edifício de modo a obter insights sobre como melhorar a alocação do espaço.

Cerca de 50% das 500 luminárias estão equipadas com sensores, e são uma mistura dos modelos TrueLine (suspenso) e PowerBalance (embutido), com alguns projetores LuxSpace.

A Atea abriu os escritórios de Stavenger em outubro do ano passado, pelo que a instalação segue a regra geral de que o PoE faz sentido em novas instalações e não em retrofits.

Em novos edifícios, o PoE pode poupar quantias significativas ao evitar os custos associados à instalação elétrica tradicional.

“Temos uma rede a alimentar toda a nossa iluminação, o Wi-Fi, e a transportar dados de todos os sensores”, refere Espen Riska, diretor da Atea Stavenger. “É uma única network convergente”.

PoE não é a única tecnologia de smart lighting envolvida; a Altea também está a usar VLC e, num regime limitado, Li-Fi.

A VLC envia sinais através da luz para telemóveis e dispositivos móveis dos utilizadores para, no caso da Altea, os ajudar a encontrar salas de reuniões e espaços de trabalho. Também suporta um sistema de controlo da iluminação, identificando utilizadores individuais e as luzes na sua proximidade, permitindo o ajuste da iluminação através de um aplicação móvel ligada ao Wi-Fi. 

Eventualmente, o VLC poderá também permitir controlo dos sistemas de climatização em salas de reunião.

A Atea está também a testar Li-Fi, a tecnologia que oferece conecção à internet através de luz LED modulada, em vez das ondas de rádio utilizadas pelo Wi-Fi. A instalação de teste está no Lobby, usando duas luminárias Signify alimentadas por PoE. Colaboradores e visitante podem ligar os seus dispositivos à internet através de um acessório especial.

Está  também a testar o que apelida de “iluminação bio-adaptativa” no átrio, que emite iluminação de cor fria para promover a energia e quente para oo relaxamento, consoante a hora do dia, usando o sistema Color Kinetics da Signify.

 

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