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2019: Biometria e IoT continuarão a comprometer a segurança

2019: Biometria e IoT continuarão a comprometer a segurança

Biometria e IoT continuarão a marcar algumas das tendências emergentes de segurança, segundo as previsões do Exclusive Group A Gartner já havia alertado para esta tendência em 2018, que se verificou e que se irá agravar no próximo ano

O Exclusive Group anunciou algumas das tendências na área de cibersegurança para 2019. Com a Internet of Things e os sistemas de acesso biométrico, hoje em uso mais alargado a nível global e cada vez mais, permeáveis a ataques cibernéticos de medidas de segurança e redundância não forem estudadas, implementadas e, acima de tudo, mantidas. Os líderes de organizações em todo o mundo enfrentam hoje riscos tecnológicos, que devem ser analisados a nível estratégico e devidamente acautelados.

De acordo com declarações de Elizabeth Alves, Sales Manager da Exclusive Networks em Portugal, “acreditamos que o crescimento tecnológico que temos assistido nos últimos anos, é benéfico aos mais variados níveis, e faz parte da evolução das sociedades, contudo é premente a necessidade de novas e eficientes medidas de segurança cibernética, que permitirão a empresas, particulares e até mesmo às sociedades, de se manterem imunes às ameaças. A nossa colaboração com parceiros importantes nesta área, ajuda-nos a trabalhar para mais de 1.000 clientes em todo o mundo, com algumas das mais inovadoras soluções”.

À medida que as empresas e os negócios se tornam mais digitais, em que até nas nossas casas os eletrodomésticos estão ligados à Internet, e no nosso dia-a-dia o nosso corpo interage com os mais simples smartphones e os smartwatches, através das nossas impressões digitais ou da biometria, o risco cibernético acresce e o próprio CIO ganha uma relevância maior, para maior suporte nas medidas a serem desenvolvidas, e para a tomada de escolhas e de riscos calculados.

Da empresa à casa, da vida profissional ao âmbito privado e pessoal, estamos permanentemente conectados, e as chamadas ‘portas de entrada’ multiplicam-se exponencialmente. As empresas devem estar atentas e sensíveis a estas ameaças para responderem atempadamente com planos e estratégias que reduzam este risco.

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