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Planos para futuro dos serviços de partilhas de bicicletas deve envolver os cidadãos

Planos para futuro dos serviços de partilhas de bicicletas deve envolver os cidadãos

Há cada vez mais serviços de partilha de transportes, sejam eles bicicletas ou trotinetes elétricas. O plano futuro destes serviços nos municípios deve ser discutido em conjunto com os cidadãos

Portugal continua a receber vários serviços de partilha de bicicletas e trotinetes elétricas. Lisboa, por exemplo, é casa para variadíssimos serviços que, por uma razão ou outra, escolhem a capital portuguesa para colocar os seus meios de transporte para que os cidadãos possam utilizar.

Um dos problemas que nasceram com a chegada destes serviços foi a grande quantidade de bicicletas e trotinetes que, agora, ficam nas calçadas, dificultando a mobilidade dos cidadãos nas suas próprias cidades.

Chicago, nos Estados Unidos, vai receber um total 10.500 bicicletas elétricas até 2021, contando com um total de 16.500 veículos. Quem o irá fazer é a Divvy, uma divisão da Lift, concorrente da Uber.

O objetivo da Divvy passa por estar em contacto permanente com os cidadãos para que estes possam dar as suas sugestões do que devem ser melhorado, assim como avisar quando alguma das 175 estações de carregamento não estiverem a funcionar.

Ao ouvir diretamente dos cidadãos, a empresa pode perceber quais as reais necessidades dos habitantes e utilizadores do seu serviço e assegurar que estão a desenhar o melhor sistema de partilha de bicicletas possível.

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