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Intel quer trabalhar com parceiros para construir computadores neutros em carbono

Intel quer trabalhar com parceiros para construir computadores neutros em carbono

Intel acredita ter uma “posição única” na indústria de tecnologia e afirma que é importante trabalhar “com os nossos fornecedores e parceiros” para que o setor possa atingir os objetivos de neutralidade carbónica até 2030

A Intel está a levar as suas ambições de responsabilidade corporativa um passo à frente, desafiando todo o setor a enfrentar os desafios globais, como as mudanças climáticas, nos próximos dez anos. 

Entre as metas de toda a indústria definidas para 2030 pelo fabricante, a criação de PC neutros em carbono é uma delas, que procura solucionar as mudanças climáticas, eliminando a utilização de carbono e água e eliminando o desperdício no design e uso de PC. A informação foi partilhada por Gregory Bryant, vice-presidente executivo e General Manager do Client Computing Group da Intel, numa entrevista à CRN. 

No objetivo da Intel de permitir a computação neutra em carbono, a empresa irá trabalhar em conjunto com parceiros da cadeia de fornecimento, fabricantes de PC e clientes para “criar PC mais sustentáveis e energeticamente eficientes”, explicou o executivo. Esta estratégia será realizada em parte através da tecnologia de sensores para reduzir o uso de energia e trabalhar com fornecedores de materiais em embalagens recicláveis. 

A empresa também está a trabalhar num roteiro de sustentabilidade que irá impactar uma “variedade de linhas de produtos” e irá envolver o trabalho em arquiteturas mais sustentáveis de longo prazo, “mais eficientes em termos energéticos e sustentáveis em geral”, disse Bryant. 

Gregory Bryant refere que a iniciativa de computação neutra em carbono é o “desafio final a nível de sistema” que não é completamente diferente de outros programas da indústria que a Intel fez, como o Projeto Athena, que visa criar um novo padrão para portáteis ultrafinos em conjunto com os OEM e fornecedores de componentes para criar recursos como baterias de longa duração e a funcionalidade “acordar” em menos de um segundo como norma. 

Embora a iniciativa de computação em carbono em toda a indústria seja nova, Bryant afirmou que se baseia no progresso que a empresa já fez na redução da utilização de água, na reciclagem da maioria dos resíduos não perigosos e na melhoria dos seus processadores e sistemas. 

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